TESTANDO SUA BANDA LARGA 

Finalidade do teste:
Ao assinarmos um contrato para acessar a Internet, nos deparamos com "planos" de 128, 256, 512... kbps, 1, 2... Mbps (estes últimos chamadas de "1 Mega", "2 Megas", "3 Megas", etc.). Estas velocidades(?) porém são máximas. Em outras palavras, o provedor de serviços de acesso à Internet garante no máximo esta velocidade, que raramente é alcançada. Além do que, esta velocidade é válida para "download" (baixar arquivos), sendo que o mesmo plano estipula uma velocidade máxima de "upload" (envio de arquivos), que não ultrapassa, em regra, a 516 kbps.
Nada obstante, o fato de provedor de acesso vender um plano de, por exemplo, 2 Megas, embora raramente se alcance esta velocidade de conexão - já que é a máxima (e não a mínima), isto não significa aceitar uma média menor do que 70% da velocidade contratada. Infelizmente vários provedores não fornecem nem 50% daquilo do que prometem como velocidade máxima, o que se configura, nos parece, como uma fraude.
Portanto, é importante que o usuário possa avaliar e acompanhar a velocidade da conexão para, se for o caso, exigir do provedor algum acordo que seja mais realista.
Nesse sentido relacionamos alguns mecanismos que testam e mostram as velocidades das conexões. O resultado, porém, deve ser analisado com cuidado, pois pode indicar uma velocidade menor ou bem menor do aquela prevista (80% em média da contratada), em razão de o aplicativo estar distante (em outro país). Nestes casos, os dados podem chegar a passar por dezenas de servidores, o que, sem dúvida, diminui o resultado. Por esta razão, é importante, que o usuário escolha um dos mecanismos que esteja localizado perto da sua região geográfica.
Mas antes, vamos, a seguir, conhecer alguns conceitos básicos.

O que é?
Atualmente, de acordo com a Recomendação I.113 da ITU - International Telecommunication Union, o termo Banda Larga descreve um conexão Internet cuja faixa de velocidade é de 5 a 2.000 vezes maior do que a da tecnologia anterior de discgem ("dial-up"). O termo Banda Larga, contudo, não diz respeito somente a uma determinada velocidade ou a um serviço específico. A Banda Larga combina a capacidade de conexão (largura de banda) e velocidade. Sob este aspecto, conforme a Recomendação citada, Banda Larga é uma capacidade de transmissão que é maior do que aquela média da básica do tipo ISDN (Integrated Services Digital Network) em velocidade de 1,5 ou 2,0 Megabits por segundo (Mbits).

Que tipos de tecnologia são considerados como sendo de Banda Larga (broadband technology)?
Algumas das tecnologias mais comuns são:

  • DSL - Digital subscriber lines (Linhas de Assinantes Digitais): É a plataforma mais comum atualmente. A DSL emprega frequências diferentes para dividir voz e dados usando a mesma linha telefônica padrão. Isto significa que o usuário pode navegar na Internet e usar a voz via telefone usando somente uma linha de telefone. Como todas as tecnologias de Banda Larga, a DSL oferece velocidades maiores e maior qualidade ao transmitir voz, dados e imagens. A DSL é um serviço dedicado, onde cada usuário essencialmente tem um circuito privado à central telefônica. Por esta razão a velocidade da Banda Larga e serviços não variam em função do número de assinates numa área específica.

  • Modems de Cabo (Cable modems): Os Cable Modems também são uma tecnologia popular de Banda Larga e se desenvolveram em regiões econômicas onde existiam redes de TV a cabo. As redes de cabos são capazes de portar diferentes "canais" no mesmo cabo físico. Originalmente, estes canais portavam diversos canais de televisão. No presente, em adição aos canais de televisão, um canal envia dados ao usuário de Internet e outro canal envia dados de volta do usuário para a Internet. A diferença principal entre DSL e "cabo" é que todos os assinantes de modem a cabo, numa área restrita, dividem os mesmos canais para receber e enviar dados. Como resultado, a quantidade de banda larga e a velocidade resultante do serviço utilizado pelo usuário depende da quantidade de banda larga que os vizinhos estejam utilizando ao mesmo tempo.

  • Cabo de Fibra Ótica (Fibre optic cable): Diferentemente das tecnologias DSL e de "cabo", que são baseadas em fios de cobre, os cabos de fibra ótica se utilizam de "lasers" para transmitir pulsos de luz sobre estruturas extremamente finas de silício. Em razão de a luz usar frequências maiores, os cabos de fibra ótica podem portar milhares de vezes mais dados do que qualquer sinal elétrico ou de ondas rádio. Teoricamente as fibras óticas podem dispor de um potencial ilimitado de Banda Larga, de forma a que esta solução é muitas vezes empregada para conexões mais elevadas de Banda Larga ou Bandas Largas mais importantes dentro de cidades. O custo de instalação de fibras óticas era, inicialmente, proibitivo para conectar pequenas comunidades ou lares, porém os preços sofreram um decréscimo muito grande ao ponto de que em diversas regiões econômicas os usuários podem agora se conectar à Internet, através de cabos de fibra ótica, com velocidades até 20 vezes maiores que a mais rápida DSL ou conexões de modem pode cabo. Muitos governos (Coréia, Islândia, Japão, Singapura, Suécia) estão, gradualmente, lançando infraestrutura de fibra ótica para deixá-las disponíveis e efetivas para propiciar conexões rentáveis para ligações residenciais.

  • WLANs - Redes locais sem fio (Wireless Local Area Networks) e Wi-Fi: As WLANs são redes locais que empregam ondas eletromagnéticas para transmitir e receber dados em curtas distâncias, ao invés de usar redes de cabos ou linhas. Dispositivos móveis acessam a rede ao se conectar, por ondas de rádio, a um Ponto de Acesso (Access Point) à linha de cabos que transmite o tráfego para a rede. As WLANs são um meio efetivo de dividir acesso à Internet via Banda Larga até uma distância de até 100 metros. Elas também têm tido um aumento na utilização para acesso à Banda Larga em longas distâncias em áreas rurais e em nações em desenvolvimento ao se valer de equipamentos e tecnologias próprias para aumentar a distância efetiva entre os pontos de conexão. A tecnologia mais comum de WLAN é conhecida como Wi-Fi, no entanto, Wi-Fi é um dos muitos padrões WLAN e não é um sinônimo de de WLAN. Outras tecnologias WLAN incluem RF2 doméstica, HiperLAN2, e 802.11a.
Fonte: http://www.itu.int/osg/spu/publications/birthofbroadband/faq.html
Atenção:
- Para melhor resultados procure fechar todos os programas abertos (exceto o navegador, é claro).
- Quanto mais perto de você estiver a ferramenta, melhor precisão terão os resultados.
- Procure realizar o teste fora dos horários de pico.
- Realize o teste várias vezes em dias seguidos e crie um histórico.
- Eventualmente os medidores de banda larga poderão não funcionar nos casos de alguma configuração específica de "firewall", inexistência de "Flash Player" e/ou outros aplicativos que normalmente vêm instalados no computador.
- Não há risco em se utilizar esta ferramentas, portanto tire suas duvidas quanto à velocidade que você usufrui na Internet.

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